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Arrancadões

Arrancada é uma prova de aceleração que consiste em percorrer uma determinada distância em linha reta no menor tempo, partindo com o carro parado.
Em 2002 a Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) homologou a arrancada como uma modalidade do automobilismo.
Os campeonatos subdividem-se em Campeonato Brasileiro de Arrancada, homologado pela CBA e campeonatos regionais.
Os carros que participam dos campeonatos são divididos em categorias de acordo com a motorização, nível de “envenenamento” e tração, no caso, dianteira ou traseira.


As categorias variam um pouco nos campeonatos regionais, mas basicamente são:

Standard 1000 --- Standard --- Street Tração Dianteira --- Street Tração Traseira --- Street Turbo Tração Dianteira (Turbo “B”)
Street Turbo Tração Traseira ---
Super Turbo Tração Dianteira (Turbo “A”) --- Super Street Tração Dianteira
Super Street Tração Traseira ---
Força Livre Tração Dianteira --- Força Livre Tração Traseira --- Estruturada
Força Livre Tubular --- Estruturada Import --- Dragster Light --- Dragster Motor Dianteiro --- Dragster Motor Traseiro

As categorias são devidamente definidas para garantir competitividade e belos rachas nas pistas.
O campeonato de arrancada, tanto brasileiro quanto os demais, ocorre durante o ano dividido em etapas que acontecem em algumas cidades do Brasil.
As pistas podem ser de 1/8 de milha (201,25m) ou de 1/4 de milha (402,5m).

Regulamento
 

Regulamento Oficial do Grupo de Pilotos de Arrancada (GPA)

O Campeonato Catarinense de Arrancada é regido pelo regulamento oficial do CBA, com exceção para as categorias Standard 1000 e Força Livre Tubular cujo regulamento técnico será regido conforme o regulamento oficial do GPA.

- Regulamento Oficialda Confideração Brasileira de Automobilismo (CBA)
   - Regulamento Desportivo
   - Regulamento Técnico
   

Adendo Regulamento Desportivo Arrancada 2008

(atualizado em 17/08/08)
1)Toda prova realizada pelo GPA contará com a presença de um bafômetro que poderá ser solicitado a qualquer momento e para qualquer piloto que faça o teste do mesmo. Em caso de recusa o piloto será desclassificado da prova, em caso de positivo o piloto será desclassificado e encaminhado para os órgãos competentes.    

 2) A metragem da pista padrão é de 201,25 metros de aceleração, podendo ser diminuída por critérios de segurança avaliados pelos diretores da prova.   

3)Todo o veiculo de competição que participar do evento obrigatoriamente deverá contar com sistema de freio e suspensão adequada para tal finalidade, caso contrario será vetada sua participação no evento.

4) Todos os participantes deverão zelar pelos equipamentos de pista, desde a cronometragem até os cones no decorrer da pista, qualquer ato contrario será encarado como atitude antidesportiva e será julgado como tal.

5)A categoria standard 1000 não fará mais parte das provas.

6) Para o piloto participar do campeonato catarinense deverá fazer sua filiação junto à federação catarinense de automobilismo, pelo fone (048)32483033 ou no dia do evento exceto as categorias desafio.

 7) É obrigatório, para todos os pilotos, o uso de capacete fechado.

8) O cinto de segurança de três pontos é obrigatório independente da categoria.

9) Todo o carro da categoria desafio que tiver usando sistema de óxido nitroso ou similar, mesmo sendo aspirado, será enquadrado na categoria desafio turbo. (adicionado em 18/02/08)

http://www.arrancada.netização conta com sua presença nos eventos.

 

 

Andrev8 - Time de corridas de rua
ARPA - Organização
Arrancada na Bahia - Mega site bahiano de arrancadão
Arrancada Clube - Carros preparados, mural de recados, links, galera, fotos, carros, eventos e festas.
Arrancada Net - Grupos de pilotos de arrancadas de Florianópolis.
Arrancadas CS - Equipe de Santa Cruz do Sul de arrancadas.
Best Cars Web Site - Supercarros, avaliações, as novidades do mercado, poster, consultório técnico de som e de preparação de motores.
Carros de Rua - Destaque do mês, info e técnica, galeria, eventos, downloads, fórum.

Debarba - Site do piloto Mauricio Debarba, histórico, vídeos, reportagens, arrancada, matérias, eventos.

Força Livre - Arrancada e motovelocidade
OktaneClub - Super evento Nacional
Overboost.com - O mundo das incríveis arrancadas norte-americanas, como muitas fotos de carros personalizados e preparados no melhor estilo Velozes e Furiosos. Inglês
S3Tcar - Forum de carros de rua
Carros 10 - Carros tunados e acessórios

 

 

Reta Refletiva - http://www.autodynamics.com.br
O Dragstrip do Velopark já começa a receber borracha e as pinturas especiais para o grande show que contará com o sistema de eliminatórias
Texto: Rodrigo Vieira
Fotos: Fabio Copetti de Queiroz

 A Associação Desafio foi até o Velopark para ver de perto o andamento das obras. A inauguração do mais novo dragstrip de arrancada vai acontecer daqui a pouco mais de uma semana e a expectativa é grande. O que nos chamou a atenção foi o cuidado com que a organização do Velopark está tratando cada detalhe e isto valoriza muito o esporte arrancada. 

O concreto aplicado na reta gaúcha, começa a ficar escuro com as constantes aplicações de VHT com borracha. As muretas laterais estão em fase final de pintura. Os placares eletrônicos estão sendo montados e devem contar com gigantes números com 1.80m de altura! O alinhamento e centro da pista já foram pintados em cor amarela refletiva, que deverá causar uma bonita imagem nas fotos noturnas. O alinhamento dos carros, já está totalmente asfaltado e com as pinturas feitas.

 Alguns detalhes nos boxes ainda estão sendo providenciados, como a cobertura que está ficando pronta. A prova, batizada de 1º Velopark 402 Racing, deverá ser algo jamais visto no mundo da arrancada brasileira. A principal mudança é a adoção do sistema de eliminatórias. As vistorias técnicas, que serão feitas por equipe de Sergio Tuotto, começaram a 8:30 da sexta feira. Os treinos livres deverão começar as 9:00 horas.

O show deverá começar as 21:00 horas da sexta feira, quando acontece a 1ª parcial de tempos. Sim meus amigos, teremos uma bela arrancada noturna. No sábado deverão acontecer 3 baterias válidas de todas as categorias e isso acontece das 11:00 às 18:00 horas. As 19 horas, teremos a 2ª parcial de tempos. 

No domingo, as largadas começarão as 09:00 horas. As 11:30, é feito a Celebração da Inauguração do Velopark. Ao meio dia, a organização e cronometragem entrega a listagem de eliminatórias aos pilotos. As eliminatórias acontecem do 12:30 às 17:30, para todas as categorias. A previsão de encerramento do evento será as 18:00 horas. 

A organização do evento decidiu que nesta prova inaugural, somente algumas categorias estarão na pista, priorizando os carros com pneus slick e abrindo exceção somente para as categorias Turbo A e Turbo B.  Agora nos resta esperar os grandes duelos que devem acontecer: a expectativa é grande: que não sonha em ver Alejandro Sanchez X Sidnei Frigo ? Essa guerra vai ser bonita e quem ganha é o esporte arrancada.

 O Velopark inaugurou o seu novo site, com diversas informações sobre a prova. Acesse: www.velopark.com.br




























Duelos na reta 
http://www.autodynamics.com.br

Dois dos doze dragsters comprados pelo Velopark nos Estados Unidos já estão no Brasil e mostram o esmero na construção e acabamento
Texto: Rodrigo Vieira
Fotos: Fabio Copetti de Queiroz

Dois, dos 12 dragsters comprados na empresa americana Undercover Motorsports (Estados Unidos) pelo Velopark, já estão no Brasil e foram expostos durante as 500 Milhas de Kart, festa que inaugurou o parque no dia 29 de Março de 2008.

O que mais chamou a atenção foi o esmero do acabamento nos bólidos. Com motores Chevrolet Big Block V8, os motores têm 572 polegadas são aspirados e utilizam um par de cabeçotes Brodix. Os motores utilizam carburador Quadrijet Holley Dominator, alimentada por bomba de combustível Aeromotive. Na parte de ignição, o carro conta com bobina e distribuidor MSD. Destaque para o sistema de radiador, posicionado na traseira do carro. As rodas dianteiras são confeccionadas em alumínio, sendo da marca Jegs na dianteira e Weld na traseira. Os pneus são Hoosier.

Na traseira, os bólidos deverão constar com suspensão tipo four-link. Os carros tem peso de 660 kilos e deverão passar nos 402 metros a uma velocidade estimada acima dos 260 km/h. O tempo de pista, deverá ser algo em torno dos 7 segundos altos. Além de colocar pilotos em igual nível de equipamentos e consequentemente provocar uma intensa rivalidade entre os mesmos, os carros deverão ser utilizados para aluguel e aula de arrancada. Cada carro contará com sistema de colheita de informações, tanto do motor (Racepak), quanto do piloto (Pro-Cube). Estas informações serão utilizadas principalmente para ministrar as aulas.

Os carros participarão da categoria Velopark Drag Series (VPDS) e será uma forma de apresentar a arrancada em um formato para transmissão na TV. Confiram as fotos dos dois bólidos, além de algumas fotos do Golf de Felipe Johannpeter, que já está com motor Volkswagen 20 válvulas turbo.





























Como funcionam as corridas
 

Em uma prova de arrancada, os carros são chamados para correr ordenados por categoria. O alinhamento é feito em dois carros por largada que travam verdadeiros rachas para completar o percurso no menor tempo.
Poucos segundos são necessários para as máquinas atravessarem a pista, o que exige das provas de arrancada extrema precisão de medidas.
Para garantir esta precisão, é utilizado um sistema chamado Full Tree. Esse sistema é constituído por uma árvore sinalizadora, popularmente chamada de “pinherinho”, três pares de foto células monitorando a largada e mais um par de fotocélulas monitorando a linha de chegada. Todo o sistema é interligado e controlado por computador, garantindo o máximo em fidelidade das informações a cada largada.
O “pinheirinho” é quem comanda. As três primeiras luzes amarelas são acesas ordenadamente seguidas pela luz verde liberando a largada. Caso o piloto movimente o carro antes da luz verde acender, a luz vermelha é acesa caracterizando a queima da largada e a não pontuação do mesmo.
A largada é um momento decisivo em uma prova de arrancada. Uma boa largada envolve fatores como:

• Tempo de reação do piloto – tempo que o piloto leva entre a percepção da luz verde e sua reação efetiva. Se ele esperar perceber a luz verde para reagir, perderá cerca de 0,2s na largada.

• Rolamento do carro – quando um carro está alinhado, existe uma folga mínima entre a dianteira e o sensor de monitoramento da largada, que pode ser aproveitada. Além disso, os carros têm um tempo de reação devido ao ajuste da suspensão, à elasticidade dos pneus, à folga na transmissão e outros pequenos fatores mecânicos, o que resulta em um tempo de 0,2s a 0,3s para entrar em movimento.

Somando estes fatores, resulta em um tempo aproximado de 0,5s que o piloto perde na largada caso deixe para reagir somente após perceber a luz verde acender.
Portanto, o segredo para uma boa largada é o piloto antecipar a luz verde e reagir antes da mesma acender, o que exige muito treino e frieza, para antecipar a sua reação e descobrir o tempo de reação do carro.

Como funcionam as classificações
 

Cada etapa do campeonato de arrancada acontece em dois dias, geralmente sábado e domingo. São, ao todo, cinco baterias. No primeiro dia ocorrem duas classificatórias, e no segundo dia ocorrem mais duas classificatórias e a final entre os dez primeiros classificados de cada categoria.
O número de baterias pode ser reduzido em decorrência do mau tempo, mas para que a etapa seja válida devem ser realizadas no mínimo duas baterias (40% da prova), caso contrário, deverá ser marcada nova data.
Pontuam os dez melhores pilotos de cada categoria. A classificação do 1º ao 10º colocado é decidida na final de cada etapa. A pontuação por classificação segue a seguinte tabela:


Classificação
Pontos
1º Lugar
20
2º Lugar
15
3º Lugar
12
4º Lugar
10
5º Lugar
8
6º Lugar
6
7º Lugar
4
8º Lugar
3
9º Lugar
2
10º Lugar
1

Há também os pontos de bonificação. São dois pontos que todos os pilotos ganham a cada etapa como prêmio de largada. Mas para ter direito a esta bonificação, é necessário que haja, pelo menos, uma largada.
Ao final de cada etapa, são premiados com troféus os três primeiros pilotos de cada categoria.
Ganha o campeonato de arrancada, o piloto de cada categoria que somar o maior número de pontos, sendo a premiação realizada na etapa final.

 
Regulamento > Regulamento Técnico da Categoria Standard 1000
 

1. Regulamento Técnico da Categoria Standard 1000

Descrição Geral

Veículos originais de fabricação seriada, com motor dianteiro longitudinal ou transversal, tração dianteira, com carroceria completa sem alívio de peso.
Motor de 4 cilindros aspirado e cilindrada de 1000cm³.

1.1. Motor
1.1.1. Compartimento do motor
Com todos os componentes originais tais como: coletores, dutos de ar, radiador, ventilador elétrico, revestimentos e outros componentes.

Vedado:
- Alteração estrutural do compartimento;
- Retirar componentes;
- Alívio de peso.

1.1.2. Bloco de cilindros
Bloco de 4 cilindros original da linha do veículo e correspondente ao ano de fabricação do modelo do veículo.

Permitido:
- Usinar os cilindros observado o limite de cilindrada;
- Usinar mancais;
- Plainar o bloco.

1.1.3. Cabeçote
Original da linha do veículo e correspondente ao ano de fabricação do modelo do veículo.
Mecanismos de comando originais, tais como: eixo de comando de válvulas, balancins, varetas de acionamento e válvulas.

Permitido:
- Retificar sede de assentamento de válvulas mantendo o ângulo original;
- Substituir tampa de válvulas;
- Retificar o cabeçote e alterar a taxa de compressão.

1.1.4. Cilindrada
Limitada a 1.000 cm³, com tolerância de medida de 5% (medida até 1.050 cm3).

1.1.5. Componentes mecânicos
Pistões, bielas, virabrequim e volante originais, sem retrabalho.

Permitido:
- Usinagem de ajuste do volante ao platô de embreagem;
- Usinagem de balanceamento do virabrequim.

Vedado:
- Usinagem de alívio no virabrequim e no volante.

1.1.6. Coletor de admissão
Original da linha do veículo e correspondente ao ano de fabricação do modelo do veículo.

1.1.7. Coletor de escapamento / Tubulação de descarga
• Coletor de escapamento: coletor de escapamento e tubo primário originais da linha do veículo e correspondente ao ano de fabricação do modelo do veículo.
• Tubulação de descarga: tubulação de descarga com o mesmo trajeto da tubulação original, com altura suficiente para não ter contato com o solo, e com a extremidade de saída de gases situada pelo menos a partir da metade do comprimento da carroceria.

Permitido:
- Retirar abafadores da tubulação de descarga;
- Modificar, ou substituir a tubulação de descarga.

1.2. Sistema de refrigeração
Original do veículo com bomba d´água, radiador, reservatório de expansão e sistema de ventilação em operação. Radiador completo com liquido refrigerante.

Permitido:
- Instalar ventilador elétrico auxiliar;
- Substituir polias e correias de acionamento, mantendo o diâmetro original das polias.

1.3. Sistema de lubrificação
Original do veículo com bomba de óleo, filtro e canalização de alívio de pressão em circuito fechado.

1.4. Sistema elétrico
1.4.1. Circuito de partida
Original do veículo com motor de arranque, bateria, alternador, polias e correias de acionamento.
Sistema de partida em funcionamento e em condições de partida autônoma do motor.

Permitido:
- Substituir polias e correias de acionamento, mantendo o diâmetro original das polias.

1.4.2. Circuito de ignição
Sistema de ignição convencional por contato ou eletrônica, original da linha do veículo ou instalada.

Permitido:
- Substituir bobina de ignição, velas de ignição e cabos de vela;
- Instalar dispositivos eletrônicos de controle de ignição.

1.5. Sistema de alimentação
1.5.1. Veículos com carburador
Carburador original da linha do veículo.

Permitido:
- Instalar acionamento mecânico do 2º estágio do carburador;
- Substituir giglês e agulhas.

1.5.2. Veículos com injeção
Sistema de injeção original.

Permitido:
- Substituir e regular bicos injetores, limitado ao número de bicos e pontos de injeção originais de fábrica.

1.5.3. Tanque de combustível
Original do veículo.

Permitido:
- Instalar tanque de combustível suplementar;
- Alterar construtivamente o tanque original ou acoplar compartimento para tomada de combustível.

1.5.4. Circuito de combustível
Circuito de alimentação e retorno de combustível de acordo com a concepção e circuito original.

Permitido:
- Substituir tubulação, mangueiras e conexões;
- Instalar bomba de combustível elétrica.

1.5.5. Combustível
Combustível líquido para motores de combustão interna conforme especificado pelo fabricante do veículo.

Permitido:
- Gasolina comum automotiva tipos A ou C;
- Gasolina aditivada;
- Gasolina premium;
- Álcool motor (álcool etílico hidratado combustível - AEHC);
- Óleo diesel;
- Adicionar aditivos comerciais para combustível automotivo.

1.5.6. Sobrealimentação

Vedado:
- Turboalimentação;
- Blower.

1.6. Sistema de transmissão
1.6.1. Caixa de câmbio
Caixa de câmbio original da linha de fabricação do modelo do veículo, podendo ser mecânica de acionamento manual, semi-automática ou automática.

Vedado:
- Alterar relações de marcha.

1.6.2. Embreagem
Conjunto de embreagem original de linha do veículo.
- Substituir o disco de embreagem;
- Usinagem de ajuste do platô.

1.6.3. Diferencial
Diferencial, juntas e semi-eixos originais de linha do veículo.

Permitido:
- Diferencial autoblocante original do veículo.

Vedado:
- O uso de dispositivo ou solda para travamento do diferencial.

1.7. Carroceria
Carroceria original do veículo com todos os seus componentes internos e externos, sem alívio de peso ou alteração estrutural.

Permitido:
- Instalar aerofólio traseiro;
- Colar adesivos comerciais, decorativos ou de identificação do veículo;
- Retirar pneu estepe, macaco, chave de rodas e acessórios móveis não incorporados à carroceria.

Vedado:
- Colar filmes adesivos junto à frestas de portas e partes móveis;
- Colar ou instalar dispositivos de influência aerodinâmica;
- Abaular o para-lama ou modificar a caixa de roda.

1.8. Suspensão
Suspensão dianteira e traseira original do veículo com todos os componentes tais como: braços de articulação, molas, amortecedores, buchas, suportes e barras auxiliares.

Permitido:
- Ajustar e regular a suspensão;
- Substituir amortecedores e molas mantendo os pontos originais de fixação;
- Instalar amortecedores reguláveis;
- Instalar dispositivo hidropneumático de ajuste da suspensão.

Vedado:
- Instalar calços ou dispositivos mecânicos limitadores de curso da suspensão.

1.9. Pneus
Pneus standard, dianteiros e traseiros, para uso em veículos tipo turismo ou utilitários leves, com indicação “DOT”.
Banda de rodagem ranhurada dentro do limite de desgaste ou no mínimo com 2 mm de espessura.
Largura máxima do pneu: 195 mm.
Fixação da roda no cubo sem espaçadores e com o conjunto roda/pneu inteiramente contido na caixa de roda, sem partes salientes que ultrapassem a largura do para-lama.

Vedado:
- Pneus recapados;
- Pneus com indicação de capacidade de carga ou categoria de velocidade não compatível com as características do veículo;
- Pneus com composto da banda de rodagem com aderência para competição.

1.10. Equipamentos de segurança
1.10.1. Equipamentos do veículo
- Extintor de incêndio carregado, dentro do limite de validade e fixado no local original;
- Cinto de segurança de 3 pontos;
- Banco do piloto com encosto de cabeça;

Permitido:
- Substituir o banco original do piloto por banco de competição homologado pela CBA, equipado com cinto de segurança de 4 pontos com tiras de 2'' de largura;
- Instalar instrumentos indicadores no painel de instrumentos.

1.10.2. Equipamentos do piloto
- Capacete de segurança fechado homologado;
- Macacão de competição ou agasalho tipo jaqueta de manga comprida e calça comprida;
- Calçado fechado.

 

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2. Regulamento Técnico da Categoria Força Livre Tubular

Descrição Geral

Veículos construidos com estrutura de aço tubular, tipo protótipo ou construidos sobre chassis ou plataforma de veículos de fabricação seriada, com motor dianteiro ou traseiro e tração dianteira ou traseira.
Motor de 4 a 8 cilindros, com preparação de competição.

2.1. Veículos com estrutura tubular

2.1.1. Motor
2.1.1.1. Compartimento do motor
Compartimento estruturado com tubos de aço sem costura de 15/8” de diâmetro, ou com perfis tubulares ou tubos de aço com medida e resistencia estrutural adequados à motorização do veículo, com suportes adequados para o motor, suspensão e sistema de transmissão. Além dos suportes próprios do motor, o compartimento deve ter travessa para sustentação do motor.
Compartimento do motor isolado do piloto com parede corta-fogo construida em chapa de aço.

2.1.1.2. Bloco de cilindros
Bloco de 4, 5, 6 ou 8 cilindros, com qualquer configuração, fabricado para veículos de série ou fabricado especialmente para veículos de competição, de livre procedência e fabricante, com livre retrabalho.

2.1.1.3. Cabeçote
Livre.

2.1.1.4. Cilindrada
Livre.

2.1.1.5. Componentes mecânicos
Livre.

2.1.1.6. Coletor de admissão
Livre.

2.1.1.7. Coletor de escapamento / Tubulação de descarga
• Coletor de escapamento: livre
• Tubulação de descarga: com livre trajeto e dimensões, afastada ou com proteção para evitar aquecimento de partes do circuito elétrico e do circuito de combustível.

2.1.2. Sistema de refrigeração
Sistema de refrigeração à água ou ar em operação e composto, conforme o caso, de bomba d'água, radiador e sistema de ventilação. Radiador completo com liquido refrigerante.

2.1.3. Sistema de lubrificação
Sistema de lubrificação em operação. Reservatório fixo para respiro de óleo com capacidade mínima de 2 litros.

2.1.4. Sistema elétrico
2.1.4.1. Circuito de partida
Sistema de partida em operação e em condições de partida autônoma do motor.

2.1.4.2. Circuito de ignição
Sistema de ignição convencional por contato ou eletrônica.

2.1.4.3. Circuitos e equipamentos elétricos
- Bateria: bateria automotiva 12V, com carga para sustentar a partida do motor, fixada em suporte por meio de parafuso. Polos da bateria sem oxidação e caixa sem rachaduras ou vazamento de eletrólito;
- Cabos de bateria: cabos de bateria sem corrosão e fixados nos polos por meio de conectores de pressão com parafuso de aperto;
- Fios e conexões: fios condutores de cobre flexível, com isolamento elétrico e térmico. Conexões terminais por meio de conectores de pressão ou parafusados;
- Proteção: circuitos elétricos independentes com proteção por meio de fusíveis;
- Chave geral: chave geral do sistema elétrico para interromper a corrente elétrica da bateria, e possível de ser acionada pelo piloto na posição de pilotagem com o cinto de segurança atado, e com acionamento externo possível de ser operada de fora do veículo;
- Chave de partida: chave para alimentar corrente elétrica ao botão de partida do motor.

2.1.5. Sistema de Alimentação
2.1.5.1. Veículos com carburador
Livre

2.1.5.2. Veículos com injeção
Livre

2.1.5.3. Tanque de combustível
Tanque de combustível rigidamente fixado, construido em aço inox, alumínio ou material com resistência mecânica, equipado com tampa e válvula de segurança ou respiro e com parede corta-fogo para isolar o tanque de combustível do piloto.

2.1.5.4. Circuito de combustível
Circuito de alimentação e retorno de combustível com tubulação, mangueiras e conexões protegidos de impacto direto e de aquecimento por contato ou proximidade com partes quentes.

2.1.5.5. Combustível
Combustível líquido para motores de combustão interna.

Permitido:
- Injetar óxido nitroso.

2.1.5.6. Sobrealimentação

Permitido:
- Turboalimentação;
- Blower.

2.1.6. Sistema de transmissão
2.1.6.1. Caixa de câmbio
Livre

2.1.6.2. Embreagem
Livre

2.1.6.3. Diferencial
Conjunto diferencial, semi-eixos e eixo de transmissão livres.
- Motor dianteiro e tração traseira: o eixo de transmissão (cardã) deve ter o seu trajeto protegido em túnel coberto por chapa de aço e reforçado na parte superior por travessas na estrutura tubular, na extremidade de acoplamento do eixo à caixa de cambio e na extremidade de acoplamento ao eixo traseiro. E na parte inferior, protegido por braçadeiras de aço fixadas na estrutura e envolvendo o eixo, montadas de modo a evitar a queda do eixo em caso de ruptura das juntas de união.

2.1.7. Estrtura tubular
2.1.7.1. Estrutura
Estrutura tubular rígida de livre projeto e concepção, comportando a estrutura do chassis, o compartimento do motor, o compartimento do piloto, estrutura da suspensão dianteira e da suspensão traseira, suportes do motor e transmissão, e estrutura de proteção do piloto.
Construida com tubos de aço sem costura de 15/8” de diâmetro, ou com perfis tubulares ou tubos de aço com medida e resistencia estrutural adequados para resistir aos esforços produzidos pelo veículo.

2.1.7.2. Carenagem
A estrutura do veículo poderá dispor de carenagem, construida de fibra ou material equivalente.

2.1.7.3. Painel frontal
Construido em chapa de alumínio ou material equivalente, fixado na estrutura, para instalação de instrumentos e chaves de comando do veículo.

2.1.7.4. Assoalho
Fechado com chapa de aço com espessura de 0,80mm, ou de alumínio com espessura de 1,50mm, desde a pedaleira até o banco do piloto.

2.1.7.5. Estrutura de proteção do piloto
Estrutura de proteção do piloto integrada à estrutura do veículo, construida com tubos de aço sem costura com diâmetro mínimo de 1/4‘', tendo estrutura de proteção frontal e traseira, barras de proteção lateral e dois arcos transversais superiores ligados por barras ou arcos longitudinais.

2.1.8. Suspenção
Suspensão dianteira e traseira construida com componentes industrializados de veículos de série ou fabricados para veículos de competição, de livre concepção conforme a motorização do veículo, e com livre retrabalho.
Veículos com tração dianteira, equipados com barras anti-giro (tipo wheelie bars) com rodas de apoio de teflon ou similar, deverão ter o sistema sem pré-carga de modo que as rodas de apoio não tenham contato com o solo com o veículo em repouso.

2.1.9. Pneus

Permitido:
- Pneus standard radiais com categoria de velocidade H ou superior, com banda de rodagem ranhurada dentro do limite de desgaste ou no mínimo com 2mm de espessura;
- Pneus esportivos ranhurados com composto da banda de rodagem com aderência para competição, dentro do limite de desgaste ou no mínimo com 2mm de espessura;
- Pneus lisos de competição tipo slick com banda de rodagem dentro do limite de desgaste.

 

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Vedado:
- Pneus recapados.

2.1.10. Equipamentos de segurança
2.1.10.1. Equipamentos do veículo
- Estrutura de proteção conforme descrito no ítem 2.1.7.5;
- Extintor de incêndio com capacidade mínima de 4kg, carregado e fixado, dentro do limite de validade, com canalização de cobre ou ou metal equivalente para entinção de incêndio no mínimo em três pontos: habitáculo, motor e tanque de combustível. Acionamento de disparo do extintor ao alcance do piloto na posição de pilotagem com cinto de segurança atado, e acionamento externo possível de ser operado de fora do veículo.
Bico da canalização de extinção de incêndio no habitáculo não deve apontar diretamente para o piloto na posição de pilotagem.
- Chave geral do sistema elétrico conforme descrito no ítem 2.1.4.3;
- Banco de competição homologado pela CBA, equipado com cinto de segurança de 4 pontos com tiras de 2'' de largura.

2.1.10.2. Equipamentos do piloto
- Capacete de segurança fechado homologado;
- Macacão de competição;
- Colar de poliuretano para proteção cervical de 360º;
- Calçado fechado.


2.2. Veículos sobre plataforma de veículos de série

2.2.1. Motor
2.2.1.1. Compartimento do motor
Compartimento com a estrutura original da plataforma sobre a qual o veículo foi montado, mantida sua integridade estrutural.
• Veículos com motor dianteiro: compartimento fechado com tampa do capô equipada com trava e isolado do habitáculo através da parede corta-fogo original ou de parede construida com chapa de aço.
• Veículo com motor traseiro : compartimento isolado do habitáculo através de parede corta-fogo original ou de proteção metálica.

Permitido:
- Efetuar alívio de peso do compartimento através da retirada de componentes não essenciais e não estruturais;
- Efetuar alívio de peso através do recorte ou substituição de partes estampadas, mantendo a integridade estrutural do compartimento e a estrutura de suporte da suspensão e do motor;
- Substituir componentes do sistema de refrigeração e do sistema elétrico;
- Instalar dispositivo para tomada de ar;
- Substituir tampa do capô;
- Montar carenagem de fibra ou material equivalente para fechamento do compartimento;

2.2.1.2. Bloco de cilindros
Bloco de 4, 5, 6 ou 8 cilindros, com qualquer configuração, fabricado para veículos de série ou fabricado especialmente para veículos de competição, de livre procedência e fabricante, com livre retrabalho.

2.2.1.3. Cabeçote
Livre.

2.2.1.4. Cilindrada
Livre.

2.2.1.5. Componentes mecânicos
Livre.

2.2.1.6. Coletor de admissão
Livre.

2.2.1.7. Coletor de escapamento / Tubulação de descarga
• Coletor de escapamento: livre
• Tubulação de descarga: com livre trajeto e dimensões, afastada ou com proteção para evitar aquecimento de partes do circuito elétrico e do circuito de combustível.

2.2.2. Sistema de refrigeração
Sistema de refrigeração à água ou ar em operação e composto, conforme o caso, de bomba d'água, radiador e sistema de ventilação. Radiador completo com liquido refrigerante.

2.2.3. Sistema de lubrificação
Sistema de lubrificação em operação. Reservatório fixo para respiro de óleo com capacidade mínima de 2 litros.

2.2.4. Sistema elétrico
2.2.4.1. Circuito de partida
Sistema de partida em operação e em condições de partida autônoma do motor.

2.2.4.2. Circuito de ignição
Sistema de ignição convencional por contato ou eletrônica.

2.2.4.3. Circuitos e equipamentos elétricos
- Bateria: bateria automotiva 12V, com carga para sustentar a partida do motor, fixada em suporte por meio de parafuso. Polos da bateria sem oxidação e caixa sem rachaduras ou vazamento de eletrólito;
- Cabos de bateria: cabos de bateria sem corrosão e fixados nos polos por meio de conectores de pressão com parafuso de aperto;
- Fios e conexões: fios condutores de cobre flexível, com isolamento elétrico e térmico. Conexões terminais por meio de conectores de pressão ou parafusados;
- Proteção: circuitos elétricos independentes com proteção por meio de fusíveis;
- Chave geral: chave geral do sistema elétrico para interromper a corrente elétrica da bateria, e possível de ser acionada pelo piloto na posição de pilotagem com o cinto de segurança atado, e com acionamento externo possível de ser operada de fora do veículo;
- Chave de partida: chave para alimentar corrente elétrica ao botão de partida do motor.

2.2.5. Sistema de Alimentação
2.2.5.1. Veículos com carburador
Livre

2.2.5.2. Veículos com injeção
Livre

2.2.5.3. Tanque de combustível
Tanque de combustível rigidamente fixado, construido em aço inox, alumínio ou material com resistência mecânica, equipado com tampa e válvula de segurança ou respiro e com parede corta-fogo para isolar o tanque de combustível do piloto.

2.2.5.4. Circuito de combustível
Circuito de alimentação e retorno de combustível com tubulação, mangueiras e conexões protegidos de impacto direto e de aquecimento por contato ou proximidade com partes quentes.

2.2.5.5. Combustível
Combustível líquido para motores de combustão interna.

Permitido:
- Injetar óxido nitroso.

2.2.5.6. Sobrealimentação

Permitido:
- Turboalimentação;
- Blower.

2.2.6. Sistema de transmissão
2.2.6.1. Caixa de câmbio
Livre

2.2.6.2. Embreagem
Livre

2.2.6.3. Diferencial
Conjunto diferencial, semi-eixos e eixo de transmissão livres.
- Motor dianteiro e tração traseira: o eixo de transmissão (cardã) deve ter o seu trajeto protegido em túnel coberto por chapa de aço e reforçado na parte superior por travessas na estrutura tubular, na extremidade de acoplamento do eixo à caixa de cambio e na extremidade de acoplamento ao eixo traseiro. E na parte inferior, protegido por braçadeiras de aço fixadas na estrutura e envolvendo o eixo, montadas de modo a evitar a queda do eixo em caso de ruptura das juntas de união.

2.2.7. Estrtura tubular
2.2.7.1. Estrutura
Estrutura tubular rígida de livre projeto e concepção, comportando a estrutura do chassis, o compartimento do motor, o compartimento do piloto, estrutura da suspensão dianteira e da suspensão traseira, suportes do motor e transmissão, e estrutura de proteção do piloto.
Construida com tubos de aço sem costura de 15/8” de diâmetro, ou com perfis tubulares ou tubos de aço com medida e resistencia estrutural adequados para resistir aos esforços produzidos pelo veículo.

2.2.7.2. Carenagem
A estrutura do veículo poderá dispor de carenagem, construida de fibra ou material equivalente.

2.2.7.3. Painel frontal
Construido em chapa de alumínio ou material equivalente, fixado na estrutura, para instalação de instrumentos e chaves de comando do veículo.

2.2.7.4. Assoalho
Fechado com chapa de aço com espessura de 0,80mm, ou de alumínio com espessura de 1,50mm, desde a pedaleira até o banco do piloto.

2.2.7.5. Estrutura de proteção do piloto
Estrutura de proteção do piloto integrada à estrutura do veículo, construida com tubos de aço sem costura com diâmetro mínimo de 1/4‘', tendo estrutura de proteção frontal e traseira, barras de proteção lateral e dois arcos transversais superiores ligados por barras ou arcos longitudinais.

2.2.8. Suspenção
Suspensão dianteira e traseira construida com componentes industrializados de veículos de série ou fabricados para veículos de competição, de livre concepção conforme a motorização do veículo, e com livre retrabalho.
Veículos com tração dianteira, equipados com barras anti-giro (tipo wheelie bars) com rodas de apoio de teflon ou similar, deverão ter o sistema sem pré-carga de modo que as rodas de apoio não tenham contato com o solo com o veículo em repouso.

2.2.9. Pneus

Permitido:
- Pneus standard radiais com categoria de velocidade H ou superior, com banda de rodagem ranhurada dentro do limite de desgaste ou no mínimo com 2mm de espessura;
- Pneus esportivos ranhurados com composto da banda de rodagem com aderência para competição, dentro do limite de desgaste ou no mínimo com 2mm de espessura;
- Pneus lisos de competição tipo slick com banda de rodagem dentro do limite de desgaste.

 

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Vedado:
- Pneus recapados.

2.2.10. Equipamentos de segurança
2.2.10.1. Equipamentos do veículo
- Estrutura de proteção conforme descrito no ítem 2.1.7.5;
- Extintor de incêndio com capacidade mínima de 4kg, carregado e fixado, dentro do limite de validade, com canalização de cobre ou ou metal equivalente para entinção de incêndio no mínimo em três pontos: habitáculo, motor e tanque de combustível. Acionamento de disparo do extintor ao alcance do piloto na posição de pilotagem com cinto de segurança atado, e acionamento externo possível de ser operado de fora do veículo.
Bico da canalização de extinção de incêndio no habitáculo não deve apontar diretamente para o piloto na posição de pilotagem.
- Chave geral do sistema elétrico conforme descrito no ítem 2.1.4.3;
- Banco de competição homologado pela CBA, equipado com cinto de segurança de 4 pontos com tiras de 2'' de largura.

2.2.10.2. Equipamentos do piloto
- Capacete de segurança fechado homologado;
- Macacão de competição;
- Colar de poliuretano para proteção cervical de 360º;
- Calçado fechado.