Arrancada é uma prova de
aceleração que consiste em percorrer uma determinada distância em linha reta
no menor tempo, partindo com o carro parado.
Em 2002 a Confederação Brasileira de Automobilismo (CBA) homologou a arrancada
como uma modalidade do automobilismo.
Os campeonatos subdividem-se em Campeonato Brasileiro de Arrancada, homologado
pela CBA e campeonatos regionais.
Os carros que participam dos campeonatos são divididos em categorias de acordo
com a motorização, nível de “envenenamento” e tração, no caso,
dianteira ou traseira.
As categorias variam um pouco nos campeonatos regionais, mas basicamente são:
Standard 1000 ---
Standard --- Street
Tração Dianteira --- Street Tração
Traseira --- Street Turbo Tração
Dianteira (Turbo “B”)
Street Turbo Tração Traseira --- Super
Turbo Tração Dianteira (Turbo “A”) --- Super
Street Tração Dianteira
Super Street Tração Traseira --- Força
Livre Tração Dianteira --- Força
Livre Tração Traseira --- Estruturada
Força Livre Tubular --- Estruturada
Import --- Dragster Light --- Dragster
Motor Dianteiro --- Dragster Motor
Traseiro
As categorias são devidamente definidas para garantir competitividade e belos rachas nas pistas.
O campeonato de arrancada, tanto brasileiro quanto os demais, ocorre
durante o ano dividido em etapas que acontecem em algumas cidades do
Brasil.
As pistas podem ser de 1/8 de milha (201,25m) ou de 1/4 de milha (402,5m).
| Regulamento | ||
|
Regulamento Oficial do Grupo de Pilotos de Arrancada (GPA) O Campeonato Catarinense de Arrancada é regido pelo regulamento oficial do CBA, com exceção para as categorias Standard 1000 e Força Livre Tubular cujo regulamento técnico será regido conforme o regulamento oficial do GPA. - Regulamento
Oficialda Confideração Brasileira de Automobilismo (CBA)
|
| Andrev8 - Time de corridas de rua |
| ARPA - Organização |
| Arrancada na Bahia - Mega site bahiano de arrancadão |
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| Carros de Rua - Destaque do mês, info e técnica, galeria, eventos, downloads, fórum. |
|
Debarba - Site do piloto Mauricio Debarba, histórico, vídeos, reportagens, arrancada, matérias, eventos. |
| Força Livre - Arrancada e motovelocidade |
| OktaneClub - Super evento Nacional |
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| S3Tcar - Forum de carros de rua |
| Carros 10 - Carros tunados e acessórios |
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Duelos na reta
http://www.autodynamics.com.br
Dois dos doze dragsters comprados pelo Velopark nos Estados Unidos já estão no Brasil e mostram o esmero na construção e acabamento
Texto: Rodrigo Vieira
Fotos: Fabio Copetti de Queiroz
Dois, dos 12 dragsters comprados na empresa americana Undercover Motorsports (Estados Unidos) pelo Velopark, já estão no Brasil e foram expostos durante as 500 Milhas de Kart, festa que inaugurou o parque no dia 29 de Março de 2008.
O que mais chamou a atenção foi o esmero do acabamento nos bólidos. Com
motores Chevrolet Big Block V8, os motores têm 572 polegadas são aspirados e utilizam um par de cabeçotes Brodix. Os motores utilizam carburador
Quadrijet Holley Dominator, alimentada por bomba de combustível Aeromotive. Na parte de ignição, o carro conta com bobina e distribuidor MSD. Destaque para o sistema de radiador, posicionado na traseira do carro. As rodas dianteiras são confeccionadas em alumínio, sendo da marca Jegs na dianteira e Weld na traseira. Os pneus são Hoosier.
Na traseira, os bólidos deverão constar com suspensão tipo four-link. Os carros tem peso de 660 kilos e deverão passar nos 402 metros a uma velocidade estimada acima dos 260 km/h. O tempo de pista, deverá ser algo em torno dos 7 segundos altos. Além de colocar pilotos em igual nível de equipamentos e consequentemente provocar uma intensa rivalidade entre os mesmos, os carros deverão ser utilizados para aluguel e aula de arrancada. Cada carro contará com sistema de colheita de informações, tanto do motor (Racepak), quanto do piloto (Pro-Cube). Estas informações serão utilizadas principalmente para ministrar as aulas.
Os carros participarão da categoria Velopark Drag Series (VPDS) e será uma forma de apresentar a arrancada em um formato para transmissão na TV. Confiram as fotos dos dois bólidos, além de algumas fotos do Golf de Felipe Johannpeter, que já está com motor Volkswagen 20 válvulas turbo.
| Como funcionam as corridas |
|
Em
uma prova de arrancada, os carros são chamados para correr
ordenados por categoria. O alinhamento é feito em dois carros por
largada que travam verdadeiros rachas para completar o percurso no
menor tempo. • Tempo de reação do piloto – tempo que o piloto leva entre a percepção da luz verde e sua reação efetiva. Se ele esperar perceber a luz verde para reagir, perderá cerca de 0,2s na largada. • Rolamento do carro – quando um carro está alinhado, existe uma folga mínima entre a dianteira e o sensor de monitoramento da largada, que pode ser aproveitada. Além disso, os carros têm um tempo de reação devido ao ajuste da suspensão, à elasticidade dos pneus, à folga na transmissão e outros pequenos fatores mecânicos, o que resulta em um tempo de 0,2s a 0,3s para entrar em movimento. Somando
estes fatores, resulta em um tempo aproximado de 0,5s que o piloto
perde na largada caso deixe para reagir somente após perceber a luz
verde acender. |
| Como funcionam as classificações | ||||||||||||||||||||||
|
Cada etapa do
campeonato de arrancada acontece em dois dias, geralmente sábado e
domingo. São, ao todo, cinco baterias. No primeiro dia ocorrem duas
classificatórias, e no segundo dia ocorrem mais duas classificatórias
e a final entre os dez primeiros classificados de cada categoria.
Há também os pontos de bonificação. São dois pontos que todos os pilotos ganham a cada etapa como prêmio de largada. Mas para ter direito a esta bonificação, é necessário que haja, pelo menos, uma largada. Ao final de cada etapa, são premiados com troféus os três primeiros pilotos de cada categoria. Ganha o campeonato de arrancada, o piloto de cada categoria que somar o maior número de pontos, sendo a premiação realizada na etapa final. |
1.
Regulamento Técnico da Categoria Standard 1000 Descrição Geral Veículos originais
de fabricação seriada, com motor dianteiro longitudinal ou
transversal, tração dianteira, com carroceria completa sem alívio
de peso. 1.1. Motor Vedado: 1.1.2. Bloco de
cilindros Permitido: 1.1.3. Cabeçote Permitido: 1.1.4. Cilindrada 1.1.5. Componentes
mecânicos Permitido: Vedado: 1.1.6. Coletor de
admissão 1.1.7. Coletor de
escapamento / Tubulação de descarga Permitido: 1.2. Sistema de
refrigeração Permitido: 1.3. Sistema de
lubrificação 1.4. Sistema elétrico Permitido: 1.4.2. Circuito de
ignição Permitido: 1.5. Sistema de
alimentação Permitido: 1.5.2. Veículos
com injeção Permitido: 1.5.3. Tanque de
combustível Permitido: 1.5.4. Circuito de
combustível Permitido: 1.5.5. Combustível Permitido: 1.5.6.
Sobrealimentação Vedado: 1.6. Sistema de
transmissão Vedado: 1.6.2. Embreagem 1.6.3. Diferencial Permitido: Vedado: 1.7. Carroceria Permitido: Vedado: 1.8. Suspensão Permitido: Vedado: 1.9. Pneus Vedado: 1.10. Equipamentos
de segurança Permitido: 1.10.2.
Equipamentos do piloto
Descrição Geral Veículos
construidos com estrutura de aço tubular, tipo protótipo ou
construidos sobre chassis ou plataforma de veículos de fabricação
seriada, com motor dianteiro ou traseiro e tração dianteira ou
traseira. 2.1. Veículos com
estrutura tubular 2.1.1. Motor 2.1.1.2. Bloco de
cilindros 2.1.1.3. Cabeçote 2.1.1.4. Cilindrada 2.1.1.5.
Componentes mecânicos 2.1.1.6. Coletor de
admissão 2.1.1.7. Coletor de
escapamento / Tubulação de descarga 2.1.2. Sistema de
refrigeração 2.1.3. Sistema de
lubrificação 2.1.4. Sistema elétrico 2.1.4.2. Circuito
de ignição 2.1.4.3. Circuitos
e equipamentos elétricos 2.1.5. Sistema de
Alimentação 2.1.5.2. Veículos
com injeção 2.1.5.3. Tanque de
combustível 2.1.5.4. Circuito
de combustível 2.1.5.5. Combustível Permitido: 2.1.5.6.
Sobrealimentação Permitido: 2.1.6. Sistema de
transmissão 2.1.6.2. Embreagem 2.1.6.3.
Diferencial 2.1.7. Estrtura
tubular 2.1.7.2. Carenagem 2.1.7.3. Painel
frontal 2.1.7.4. Assoalho 2.1.7.5. Estrutura
de proteção do piloto 2.1.8. Suspenção 2.1.9. Pneus Permitido:
Vedado: 2.1.10.
Equipamentos de segurança 2.1.10.2.
Equipamentos do piloto 2.2.1. Motor Permitido: 2.2.1.2. Bloco de
cilindros 2.2.1.3. Cabeçote 2.2.1.4. Cilindrada 2.2.1.5.
Componentes mecânicos 2.2.1.6. Coletor de
admissão 2.2.1.7. Coletor de
escapamento / Tubulação de descarga 2.2.2. Sistema de
refrigeração 2.2.3. Sistema de
lubrificação 2.2.4. Sistema elétrico 2.2.4.2. Circuito
de ignição 2.2.4.3. Circuitos
e equipamentos elétricos 2.2.5. Sistema de
Alimentação 2.2.5.2. Veículos
com injeção 2.2.5.3. Tanque de
combustível 2.2.5.4. Circuito
de combustível 2.2.5.5. Combustível Permitido: 2.2.5.6.
Sobrealimentação Permitido: 2.2.6. Sistema de
transmissão 2.2.6.2. Embreagem 2.2.6.3.
Diferencial 2.2.7. Estrtura
tubular 2.2.7.2. Carenagem 2.2.7.3. Painel
frontal 2.2.7.4. Assoalho 2.2.7.5. Estrutura
de proteção do piloto 2.2.8. Suspenção 2.2.9. Pneus Permitido:
Vedado: 2.2.10.
Equipamentos de segurança 2.2.10.2.
Equipamentos do piloto
Regulamento
> Regulamento Técnico da Categoria Standard 1000
Motor de 4 cilindros aspirado e cilindrada de 1000cm³.
1.1.1. Compartimento do motor
Com todos os componentes originais tais como: coletores, dutos de
ar, radiador, ventilador elétrico, revestimentos e outros
componentes.
- Alteração estrutural do compartimento;
- Retirar componentes;
- Alívio de peso.
Bloco de 4 cilindros original da linha do veículo e correspondente
ao ano de fabricação do modelo do veículo.
- Usinar os cilindros observado o limite de cilindrada;
- Usinar mancais;
- Plainar o bloco.
Original da linha do veículo e correspondente ao ano de fabricação
do modelo do veículo.
Mecanismos de comando originais, tais como: eixo de comando de válvulas,
balancins, varetas de acionamento e válvulas.
- Retificar sede de assentamento de válvulas mantendo o ângulo
original;
- Substituir tampa de válvulas;
- Retificar o cabeçote e alterar a taxa de compressão.
Limitada a 1.000 cm³, com tolerância de medida de 5% (medida até
1.050 cm3).
Pistões, bielas, virabrequim e volante originais, sem retrabalho.
- Usinagem de ajuste do volante ao platô de embreagem;
- Usinagem de balanceamento do virabrequim.
- Usinagem de alívio no virabrequim e no volante.
Original da linha do veículo e correspondente ao ano de fabricação
do modelo do veículo.
• Coletor de escapamento: coletor de escapamento e tubo primário
originais da linha do veículo e correspondente ao ano de fabricação
do modelo do veículo.
• Tubulação de descarga: tubulação de descarga com o mesmo
trajeto da tubulação original, com altura suficiente para não ter
contato com o solo, e com a extremidade de saída de gases situada
pelo menos a partir da metade do comprimento da carroceria.
- Retirar abafadores da tubulação de descarga;
- Modificar, ou substituir a tubulação de descarga.
Original do veículo com bomba d´água, radiador, reservatório de
expansão e sistema de ventilação em operação. Radiador completo
com liquido refrigerante.
- Instalar ventilador elétrico auxiliar;
- Substituir polias e correias de acionamento, mantendo o diâmetro
original das polias.
Original do veículo com bomba de óleo, filtro e canalização de
alívio de pressão em circuito fechado.
1.4.1. Circuito de partida
Original do veículo com motor de arranque, bateria, alternador,
polias e correias de acionamento.
Sistema de partida em funcionamento e em condições de partida autônoma
do motor.
- Substituir polias e correias de acionamento, mantendo o diâmetro
original das polias.
Sistema de ignição convencional por contato ou eletrônica,
original da linha do veículo ou instalada.
- Substituir bobina de ignição, velas de ignição e cabos de
vela;
- Instalar dispositivos eletrônicos de controle de ignição.
1.5.1. Veículos com carburador
Carburador original da linha do veículo.
- Instalar acionamento mecânico do 2º estágio do carburador;
- Substituir giglês e agulhas.
Sistema de injeção original.
- Substituir e regular bicos injetores, limitado ao número de bicos
e pontos de injeção originais de fábrica.
Original do veículo.
- Instalar tanque de combustível suplementar;
- Alterar construtivamente o tanque original ou acoplar
compartimento para tomada de combustível.
Circuito de alimentação e retorno de combustível de acordo com a
concepção e circuito original.
- Substituir tubulação, mangueiras e conexões;
- Instalar bomba de combustível elétrica.
Combustível líquido para motores de combustão interna conforme
especificado pelo fabricante do veículo.
- Gasolina comum automotiva tipos A ou C;
- Gasolina aditivada;
- Gasolina premium;
- Álcool motor (álcool etílico hidratado combustível - AEHC);
- Óleo diesel;
- Adicionar aditivos comerciais para combustível automotivo.
- Turboalimentação;
- Blower.
1.6.1. Caixa de câmbio
Caixa de câmbio original da linha de fabricação do modelo do veículo,
podendo ser mecânica de acionamento manual, semi-automática ou
automática.
- Alterar relações de marcha.
Conjunto de embreagem original de linha do veículo.
- Substituir o disco de embreagem;
- Usinagem de ajuste do platô.
Diferencial, juntas e semi-eixos originais de linha do veículo.
- Diferencial autoblocante original do veículo.
- O uso de dispositivo ou solda para travamento do diferencial.
Carroceria original do veículo com todos os seus componentes
internos e externos, sem alívio de peso ou alteração estrutural.
- Instalar aerofólio traseiro;
- Colar adesivos comerciais, decorativos ou de identificação do veículo;
- Retirar pneu estepe, macaco, chave de rodas e acessórios móveis
não incorporados à carroceria.
- Colar filmes adesivos junto à frestas de portas e partes móveis;
- Colar ou instalar dispositivos de influência aerodinâmica;
- Abaular o para-lama ou modificar a caixa de roda.
Suspensão dianteira e traseira original do veículo com todos os
componentes tais como: braços de articulação, molas,
amortecedores, buchas, suportes e barras auxiliares.
- Ajustar e regular a suspensão;
- Substituir amortecedores e molas mantendo os pontos originais de
fixação;
- Instalar amortecedores reguláveis;
- Instalar dispositivo hidropneumático de ajuste da suspensão.
- Instalar calços ou dispositivos mecânicos limitadores de curso
da suspensão.
Pneus standard, dianteiros e traseiros, para uso em veículos tipo
turismo ou utilitários leves, com indicação “DOT”.
Banda de rodagem ranhurada dentro do limite de desgaste ou no mínimo
com 2 mm de espessura.
Largura máxima do pneu: 195 mm.
Fixação da roda no cubo sem espaçadores e com o conjunto
roda/pneu inteiramente contido na caixa de roda, sem partes
salientes que ultrapassem a largura do para-lama.
- Pneus recapados;
- Pneus com indicação de capacidade de carga ou categoria de
velocidade não compatível com as características do veículo;
- Pneus com composto da banda de rodagem com aderência para competição.
1.10.1. Equipamentos do veículo
- Extintor de incêndio carregado, dentro do limite de validade e
fixado no local original;
- Cinto de segurança de 3 pontos;
- Banco do piloto com encosto de cabeça;
- Substituir o banco original do piloto por banco de competição
homologado pela CBA, equipado com cinto de segurança de 4 pontos
com tiras de 2'' de largura;
- Instalar instrumentos indicadores no painel de instrumentos.
- Capacete de segurança fechado homologado;
- Macacão de competição ou agasalho tipo jaqueta de manga
comprida e calça comprida;
- Calçado fechado.
2. Regulamento Técnico da Categoria Força Livre Tubular
Motor de 4 a 8 cilindros, com preparação de competição.
2.1.1.1. Compartimento do motor
Compartimento estruturado com tubos de aço sem costura de 15/8”
de diâmetro, ou com perfis tubulares ou tubos de aço com medida e
resistencia estrutural adequados à motorização do veículo, com
suportes adequados para o motor, suspensão e sistema de transmissão.
Além dos suportes próprios do motor, o compartimento deve ter
travessa para sustentação do motor.
Compartimento do motor isolado do piloto com parede corta-fogo
construida em chapa de aço.
Bloco de 4, 5, 6 ou 8 cilindros, com qualquer configuração,
fabricado para veículos de série ou fabricado especialmente para
veículos de competição, de livre procedência e fabricante, com
livre retrabalho.
Livre.
Livre.
Livre.
Livre.
• Coletor de escapamento: livre
• Tubulação de descarga: com livre trajeto e dimensões,
afastada ou com proteção para evitar aquecimento de partes do
circuito elétrico e do circuito de combustível.
Sistema de refrigeração à água ou ar em operação e composto,
conforme o caso, de bomba d'água, radiador e sistema de ventilação.
Radiador completo com liquido refrigerante.
Sistema de lubrificação em operação. Reservatório fixo para
respiro de óleo com capacidade mínima de 2 litros.
2.1.4.1. Circuito de partida
Sistema de partida em operação e em condições de partida autônoma
do motor.
Sistema de ignição convencional por contato ou eletrônica.
- Bateria: bateria automotiva 12V, com carga para sustentar a
partida do motor, fixada em suporte por meio de parafuso. Polos da
bateria sem oxidação e caixa sem rachaduras ou vazamento de eletrólito;
- Cabos de bateria: cabos de bateria sem corrosão e fixados nos
polos por meio de conectores de pressão com parafuso de aperto;
- Fios e conexões: fios condutores de cobre flexível, com
isolamento elétrico e térmico. Conexões terminais por meio de
conectores de pressão ou parafusados;
- Proteção: circuitos elétricos independentes com proteção por
meio de fusíveis;
- Chave geral: chave geral do sistema elétrico para interromper a
corrente elétrica da bateria, e possível de ser acionada pelo
piloto na posição de pilotagem com o cinto de segurança atado, e
com acionamento externo possível de ser operada de fora do veículo;
- Chave de partida: chave para alimentar corrente elétrica ao botão
de partida do motor.
2.1.5.1. Veículos com carburador
Livre
Livre
Tanque de combustível rigidamente fixado, construido em aço inox,
alumínio ou material com resistência mecânica, equipado com tampa
e válvula de segurança ou respiro e com parede corta-fogo para
isolar o tanque de combustível do piloto.
Circuito de alimentação e retorno de combustível com tubulação,
mangueiras e conexões protegidos de impacto direto e de aquecimento
por contato ou proximidade com partes quentes.
Combustível líquido para motores de combustão interna.
- Injetar óxido nitroso.
- Turboalimentação;
- Blower.
2.1.6.1. Caixa de câmbio
Livre
Livre
Conjunto diferencial, semi-eixos e eixo de transmissão livres.
- Motor dianteiro e tração traseira: o eixo de transmissão (cardã)
deve ter o seu trajeto protegido em túnel coberto por chapa de aço
e reforçado na parte superior por travessas na estrutura tubular,
na extremidade de acoplamento do eixo à caixa de cambio e na
extremidade de acoplamento ao eixo traseiro. E na parte inferior,
protegido por braçadeiras de aço fixadas na estrutura e envolvendo
o eixo, montadas de modo a evitar a queda do eixo em caso de ruptura
das juntas de união.
2.1.7.1. Estrutura
Estrutura tubular rígida de livre projeto e concepção,
comportando a estrutura do chassis, o compartimento do motor, o
compartimento do piloto, estrutura da suspensão dianteira e da
suspensão traseira, suportes do motor e transmissão, e estrutura
de proteção do piloto.
Construida com tubos de aço sem costura de 15/8” de diâmetro, ou
com perfis tubulares ou tubos de aço com medida e resistencia
estrutural adequados para resistir aos esforços produzidos pelo veículo.
A estrutura do veículo poderá dispor de carenagem, construida de
fibra ou material equivalente.
Construido em chapa de alumínio ou material equivalente, fixado na
estrutura, para instalação de instrumentos e chaves de comando do
veículo.
Fechado com chapa de aço com espessura de 0,80mm, ou de alumínio
com espessura de 1,50mm, desde a pedaleira até o banco do piloto.
Estrutura de proteção do piloto integrada à estrutura do veículo,
construida com tubos de aço sem costura com diâmetro mínimo de
1/4‘', tendo estrutura de proteção frontal e traseira, barras de
proteção lateral e dois arcos transversais superiores ligados por
barras ou arcos longitudinais.
Suspensão dianteira e traseira construida com componentes
industrializados de veículos de série ou fabricados para veículos
de competição, de livre concepção conforme a motorização do veículo,
e com livre retrabalho.
Veículos com tração dianteira, equipados com barras anti-giro
(tipo wheelie bars) com rodas de apoio de teflon ou similar, deverão
ter o sistema sem pré-carga de modo que as rodas de apoio não
tenham contato com o solo com o veículo em repouso.
- Pneus standard radiais com categoria de velocidade H ou superior,
com banda de rodagem ranhurada dentro do limite de desgaste ou no mínimo
com 2mm de espessura;
- Pneus esportivos ranhurados com composto da banda de rodagem com
aderência para competição, dentro do limite de desgaste ou no mínimo
com 2mm de espessura;
- Pneus lisos de competição tipo slick com banda de rodagem dentro
do limite de desgaste.
- Pneus recapados.
2.1.10.1. Equipamentos do veículo
- Estrutura de proteção conforme descrito no ítem 2.1.7.5;
- Extintor de incêndio com capacidade mínima de 4kg, carregado e
fixado, dentro do limite de validade, com canalização de cobre ou
ou metal equivalente para entinção de incêndio no mínimo em três
pontos: habitáculo, motor e tanque de combustível. Acionamento de
disparo do extintor ao alcance do piloto na posição de pilotagem
com cinto de segurança atado, e acionamento externo possível de
ser operado de fora do veículo.
Bico da canalização de extinção de incêndio no habitáculo não
deve apontar diretamente para o piloto na posição de pilotagem.
- Chave geral do sistema elétrico conforme descrito no ítem
2.1.4.3;
- Banco de competição homologado pela CBA, equipado com cinto de
segurança de 4 pontos com tiras de 2'' de largura.
- Capacete de segurança fechado homologado;
- Macacão de competição;
- Colar de poliuretano para proteção cervical de 360º;
- Calçado fechado.
2.2. Veículos sobre plataforma de veículos de série
2.2.1.1. Compartimento do motor
Compartimento com a estrutura original da plataforma sobre a qual o
veículo foi montado, mantida sua integridade estrutural.
• Veículos com motor dianteiro: compartimento fechado com tampa
do capô equipada com trava e isolado do habitáculo através da
parede corta-fogo original ou de parede construida com chapa de aço.
• Veículo com motor traseiro : compartimento isolado do habitáculo
através de parede corta-fogo original ou de proteção metálica.
- Efetuar alívio de peso do compartimento através da retirada de
componentes não essenciais e não estruturais;
- Efetuar alívio de peso através do recorte ou substituição de
partes estampadas, mantendo a integridade estrutural do
compartimento e a estrutura de suporte da suspensão e do motor;
- Substituir componentes do sistema de refrigeração e do sistema
elétrico;
- Instalar dispositivo para tomada de ar;
- Substituir tampa do capô;
- Montar carenagem de fibra ou material equivalente para fechamento
do compartimento;
Bloco de 4, 5, 6 ou 8 cilindros, com qualquer configuração,
fabricado para veículos de série ou fabricado especialmente para
veículos de competição, de livre procedência e fabricante, com
livre retrabalho.
Livre.
Livre.
Livre.
Livre.
• Coletor de escapamento: livre
• Tubulação de descarga: com livre trajeto e dimensões,
afastada ou com proteção para evitar aquecimento de partes do
circuito elétrico e do circuito de combustível.
Sistema de refrigeração à água ou ar em operação e composto,
conforme o caso, de bomba d'água, radiador e sistema de ventilação.
Radiador completo com liquido refrigerante.
Sistema de lubrificação em operação. Reservatório fixo para
respiro de óleo com capacidade mínima de 2 litros.
2.2.4.1. Circuito de partida
Sistema de partida em operação e em condições de partida autônoma
do motor.
Sistema de ignição convencional por contato ou eletrônica.
- Bateria: bateria automotiva 12V, com carga para sustentar a
partida do motor, fixada em suporte por meio de parafuso. Polos da
bateria sem oxidação e caixa sem rachaduras ou vazamento de eletrólito;
- Cabos de bateria: cabos de bateria sem corrosão e fixados nos
polos por meio de conectores de pressão com parafuso de aperto;
- Fios e conexões: fios condutores de cobre flexível, com
isolamento elétrico e térmico. Conexões terminais por meio de
conectores de pressão ou parafusados;
- Proteção: circuitos elétricos independentes com proteção por
meio de fusíveis;
- Chave geral: chave geral do sistema elétrico para interromper a
corrente elétrica da bateria, e possível de ser acionada pelo
piloto na posição de pilotagem com o cinto de segurança atado, e
com acionamento externo possível de ser operada de fora do veículo;
- Chave de partida: chave para alimentar corrente elétrica ao botão
de partida do motor.
2.2.5.1. Veículos com carburador
Livre
Livre
Tanque de combustível rigidamente fixado, construido em aço inox,
alumínio ou material com resistência mecânica, equipado com tampa
e válvula de segurança ou respiro e com parede corta-fogo para
isolar o tanque de combustível do piloto.
Circuito de alimentação e retorno de combustível com tubulação,
mangueiras e conexões protegidos de impacto direto e de aquecimento
por contato ou proximidade com partes quentes.
Combustível líquido para motores de combustão interna.
- Injetar óxido nitroso.
- Turboalimentação;
- Blower.
2.2.6.1. Caixa de câmbio
Livre
Livre
Conjunto diferencial, semi-eixos e eixo de transmissão livres.
- Motor dianteiro e tração traseira: o eixo de transmissão (cardã)
deve ter o seu trajeto protegido em túnel coberto por chapa de aço
e reforçado na parte superior por travessas na estrutura tubular,
na extremidade de acoplamento do eixo à caixa de cambio e na
extremidade de acoplamento ao eixo traseiro. E na parte inferior,
protegido por braçadeiras de aço fixadas na estrutura e envolvendo
o eixo, montadas de modo a evitar a queda do eixo em caso de ruptura
das juntas de união.
2.2.7.1. Estrutura
Estrutura tubular rígida de livre projeto e concepção,
comportando a estrutura do chassis, o compartimento do motor, o
compartimento do piloto, estrutura da suspensão dianteira e da
suspensão traseira, suportes do motor e transmissão, e estrutura
de proteção do piloto.
Construida com tubos de aço sem costura de 15/8” de diâmetro, ou
com perfis tubulares ou tubos de aço com medida e resistencia
estrutural adequados para resistir aos esforços produzidos pelo veículo.
A estrutura do veículo poderá dispor de carenagem, construida de
fibra ou material equivalente.
Construido em chapa de alumínio ou material equivalente, fixado na
estrutura, para instalação de instrumentos e chaves de comando do
veículo.
Fechado com chapa de aço com espessura de 0,80mm, ou de alumínio
com espessura de 1,50mm, desde a pedaleira até o banco do piloto.
Estrutura de proteção do piloto integrada à estrutura do veículo,
construida com tubos de aço sem costura com diâmetro mínimo de
1/4‘', tendo estrutura de proteção frontal e traseira, barras de
proteção lateral e dois arcos transversais superiores ligados por
barras ou arcos longitudinais.
Suspensão dianteira e traseira construida com componentes
industrializados de veículos de série ou fabricados para veículos
de competição, de livre concepção conforme a motorização do veículo,
e com livre retrabalho.
Veículos com tração dianteira, equipados com barras anti-giro
(tipo wheelie bars) com rodas de apoio de teflon ou similar, deverão
ter o sistema sem pré-carga de modo que as rodas de apoio não
tenham contato com o solo com o veículo em repouso.
- Pneus standard radiais com categoria de velocidade H ou superior,
com banda de rodagem ranhurada dentro do limite de desgaste ou no mínimo
com 2mm de espessura;
- Pneus esportivos ranhurados com composto da banda de rodagem com
aderência para competição, dentro do limite de desgaste ou no mínimo
com 2mm de espessura;
- Pneus lisos de competição tipo slick com banda de rodagem dentro
do limite de desgaste.
- Pneus recapados.
2.2.10.1. Equipamentos do veículo
- Estrutura de proteção conforme descrito no ítem 2.1.7.5;
- Extintor de incêndio com capacidade mínima de 4kg, carregado e
fixado, dentro do limite de validade, com canalização de cobre ou
ou metal equivalente para entinção de incêndio no mínimo em três
pontos: habitáculo, motor e tanque de combustível. Acionamento de
disparo do extintor ao alcance do piloto na posição de pilotagem
com cinto de segurança atado, e acionamento externo possível de
ser operado de fora do veículo.
Bico da canalização de extinção de incêndio no habitáculo não
deve apontar diretamente para o piloto na posição de pilotagem.
- Chave geral do sistema elétrico conforme descrito no ítem
2.1.4.3;
- Banco de competição homologado pela CBA, equipado com cinto de
segurança de 4 pontos com tiras de 2'' de largura.
- Capacete de segurança fechado homologado;
- Macacão de competição;
- Colar de poliuretano para proteção cervical de 360º;
- Calçado fechado.